sexta-feira, 14 de outubro de 2011




“Apascenta as minhas ovelhas” é o tema de 2012 


A RCCBRASIL está divulgando o tema discernido pelo Conselho Nacional para 2012, “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21,15). Esta temática vai direcionar os trabalhos do Movimento em todas as instâncias para o próximo ano. 



A primeira oportunidade para que carismáticos do Brasil inteiro vivenciem este tema será no ENF 2012, de 25 a 29 de janeiro em Lorena/SP. 


Em primeira mão, estamos lançando a arte que nos acompanhará durante o ano de 2012, inspirada em uma figura que está na Catacumba de São Calixto, em Roma. Esta imagem, que tem aproximadamente 2000 anos, é uma das primeiras que se tem de Jesus como O Bom Pastor e nos remete à unidade e à vivência frraterna que marcavam as primeiras comunidades cristãs.


Na audiência geral do dia 5 de outubro o Papa Bento XVI refletiu sobre a figura do Bom Pastor. Mesmo tema que nós refletiremos durante todo o ano de 2012.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O louvor na luta contra o mal



O louvor na luta contra o mal

“Temei a Deus e dai-lhe glória, porque é chegada a hora do seu julgamento. Adorai aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes” (Ap 14,7).
O livro do Apocalipse, no capítulo 14, nos fala da luta contra as forças do mal, luta essa que deve ser sustentada pelos eleitos do Cordeiro. Recentemente, recebemos como direcionamento por parte do Senhor os capítulos 13 e 14 do livro do Apocalipse. O capítulo 13 fala da ação do mal no mundo, por exemplo, diz que à Fera, ao Dragão foi dada a faculdade de proferir arrogâncias e blasfêmias contra Deus, para blasfemar o nome de Deus, o seu tabernáculo e os habitantes do céu;  e foi-lhe dado também, fazer guerra aos santos e vencê-los.  Porém, no mesmo capítulo, a Palavra nos diz: “Esta é a ocasião para a constância e a confiança dos santos”.
A seguir, no capítulo 14, recebemos a orientação de como neutralizar a arrogância e a blasfêmia do Acusador: declarando a vitória do Cordeiro sobre o mal.
Os eleitos do Cordeiro são convidados a unir as suas vozes à voz do coro celeste que canta um cântico novo diante do Trono. Esse cântico novo, o louvor daqueles que são constantes, fiéis e pacientes não pode ser acorrentado, ele tem poder libertador porque declara a verdade: Jesus é Senhor!
Através dessas passagens, somos convocados a retomar o louvor como estilo de vida, o louvor que declara a quem pertencemos e de quem é a vitória na nossa vida.
Retomo uma profecia que já partilhei anteriormente e que recebemos durante um momento de adoração em reunião do Conselho Nacional:
“Convido que passem todos os dias um tempo diante de mim reconhecendo que Eu sou o Senhor, vosso Deus Todo Poderoso, Invencível. Passem um tempo diante de mim reconhecendo a minha vitória, a minha soberania. Esqueçam-se de suas dificuldades e preocupações, de seus problemas e me adorem na minha realeza, na minha onipotência, na minha força poderosa, no meu amor grandioso, ilimitado.”
Que o Espírito Santo nos capacite a dar uma resposta a esse convite ao louvor, resposta essa que vai trazer a vitória de Deus para as nossas vidas e as vidas de todos os que amamos.
Maria Beatriz Spier VargasSecretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Assunção de Maria, dogma de nossa Igreja


Assunção de Maria, dogma de nossa Igreja

No dia 15 de agosto, a Igreja celebra a Assunção de Maria, tema da liturgia do último domingo. Leia o artigo de Reinaldo Reis, Assessor para Comunidades da RCCBRASIL, sobre esse dogma de nossa religião. 
 “Mas lá de dentro do fundo da terra do chão da cova eu ouvia a vozinha da Virgem Maria dizer que fazia sol lá fora. Dizer insistentemente que fazia sol lá fora”. (Trecho do poema “A Virgem Maria”, de Manuel Bandeira)
Que motivos temos nós, cristãos católicos, para rejubilarmo-nos e celebrar com reverência e fé a solenidade da Assunção de Maria ao céu?
Acredito ser reconfortante para todos os mortais sabermos que, no Paraíso celeste, junto ao trono da glória eterna, pulsam também dois corações formados da mesma natureza humana que a nossa: o coração misericordioso do Filho de Deus, que “se fez carne” (Jo 1,14), e o coração materno e intercessor de Maria (Jo 2,3), a filha predileta do Altíssimo, Mãe do Cristo, parceira do Espírito Santo!
E essa nossa fé na Assunção da Virgem aviva em nós a esperança de que Maria é aquilo que um dia também seremos. É garantia para todos nós daquela salvação plena que Jesus não só prometeu, mas também realizou com sua morte, ressurreição e ascensão aos céus...
Diz-nos o Concílio Vaticano II: “Do mesmo modo que a Mãe de Jesus, já glorificada no céu em corpo e alma, é imagem e primícia da Igreja, que há de atingir a sua perfeição no século futuro, assim também já agora na terra, enquanto não chega o dia do Senhor (cf. 2 Pd 3,10), ela brilha, como sinal de esperança segura e de consolação, aos olhos do povo de Deus peregrinante”. (Lumen Gentium, nº 68)...
Como se realizou a Assunção de Maria? Como foram seus últimos dias na Terra? Morreu ela tendo logo ressuscitado e sido levada ao céu? Ou, por ter sido de tal modo isenta do pecado, não padeceu a morte?
O Senhor cercou de certo mistério o fim de Maria e a Sagrada Escritura não nos oferece indicações precisas sobre o término de sua existência terrena, nem se foi morta ou não. A Bíblia nos mostra, entretanto, a profunda comunhão, a estreita unidade que ela manteve com a pessoa e a obra de Seu Filho.
Se ela, conforme a Promessa (Gn 2,15), fora isenta de qualquer pecado, era natural que seu corpo estivesse também isento das penas e das conseqüências do pecado, não podendo, deste modo, sofrer a corrupção do túmulo. Ela deveria, como Seu Filho, ser beneficiada pela completa vitória d’Ele sobre o pecado e, na sua gloriosa Assunção-Ressurreição, deveria completar essa vitória.
A bula que proclamou como verdade dogmática o mistério da Assunção (Munificentissimus Deus) conclui sua exposição de motivos com estas palavras: “Assim como a gloriosa ressurreição de Cristo é um aspecto essencial e um último troféu dessa vitória, convinha que também a luta da Virgem, unida a Seu Filho, terminasse pela glorificação de seu corpo virginal, realizando-se então n’Ela as palavras de São Paulo: “A morte foi tragada pela vitória” (I Cor 15,54).
Não nos deve, pois, causar estranheza o fato de Deus preservar da corrupção do sepulcro e levar consigo para o Paraíso aquele corpo do qual Ele próprio tomara o seu e no qual fora gerado. Afinal, Jesus é carne da carne de Maria e sangue do seu sangue. Natural, portanto, que, por especial privilégio do Altíssimo (assim como o foi sua imaculada conceição), o seu corpo, unido à sua alma totalmente isenta do pecado, fosse glorificado e assunto ao céu.
Do ponto de vista teológico, a Assunção aparece como uma conseqüência das graças singulares de Maria. É quase uma exigência de sua Dei-maternidade, de sua vida cheia de graça, “de sua singular participação na Ressurreição de Seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos” (Catecismo da Igreja Católica, nº 966).
A Tradição da Igreja sempre acreditou, com uma consciência cada vez mais clara e definida, na assunção de Maria aos Céus em corpo e alma – ponto alto da redenção que transfigurou toda a sua vida. Por isso, a proclamação deste dogma, em 1º de novembro de 1950, simplesmente confirmou solenemente e com autoridade a secular fé da Igreja: “Era preciso que a Mãe da Vida partilhasse (também) a Mansão da Vida” (São Germano de Constantinopla).
Voltemos aos versos do início... e ansiemos também por ouvir um dia, a exemplo do poeta, a doce e confiante voz da Virgem Maria a dizer-nos que para além do sepulcro, para além das trevas da morte, está o Sol da Justiça (Mal 4,2a), está a Luz do Mundo (Jo 8,12), está a Ressurreição e a Vida (Jo 11,25). Aleluia!
Por Reinaldo Reis

SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPÍRITO SANTO

Seminário de Vida no Espírito Santo- ENCERRAMENTO


NESTA SEGUNDA-FEIRA, O GRUPO DE ORAÇÃO VIDA NOVA FINALIZOU O SEMINÁRIO DE VIDA - CUJO TEMA DE ENCERRAMENTO FOI VIDA EM COMUNIDADE E AMOR ENTRE OS IRMÃOS.
 SEGUNDO JOANA, COORDENADORA E PREGADORA DA NOITE, VIDA EM COMUNIDADE É: "VIVER EM COMUNHÃO FRATERNA ENTRE OS IRMÃOS".
PARA ISSO PRECISAMOS APRENDER A SABOREAR ESSA VIDA COMO UM PRESENTE DO AMOR DE DEUS PARA NÓS... POIS DEUS É AMOR E ESSE AMOR HABITA EM CADA UM DE NÓS!
A VIDA EM COMUNIDADE É UM FRUTO DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO. QUANDO OS APÓSTOLOS RECEBERAM O ESPÍRITO PROMETIDO ELES SENTIRAM EM SEUS CORAÇÕES O DESEJO DE VIVER EM COMUNIDADE (ATOS 2,1ss).

PARTICIPE DO GRUPO DE ORAÇÃO TODAS AS SEXTAS-FEIRAS NA CAPELA DE NOSSA SENHORA DO PERPETUO SOCORRO NA RUA DO SERTÃO A PARTIR DAS 7:30 DA NOITE 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Seminário de Vida 7° semana


                Nesta última segunda o grupo Vida Nova realizou mais um dia do Seminário de Vida no Espírito Santo com o Tema: Cura interior. 
                O seminário teve inicio com o louvor com o ministério de música Vida Nova, e desde o começo do louvor os corações já estavam abertos e desejosos de receber a graça que o senhor estava reservando para aquele dia, logo depois tivemos a pregação Ungida de Merivânia. 
                Ela falava sobre cura interior e usou a passagem da morte de Lázaro, que precisamos nos desprender das amarras, que nos prende as decepções do passado, é hora de sairmos do sepulcro o Senhor Jesus nos convida a viver uma vida nova, o Senhor quer nos curar, ele nos quer totalmente curados para ele!
  
 “E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro vem para fora!” João 11,43.

                 No Momento da oração Muitos corações foram curados e tocados, o momento foi muito forte, o Senhor Jesus realizou abundantemente curas e milagres!

sábado, 17 de setembro de 2011

Você é um plano de Deus


 “Foi-me dirigida nestes termos a palavra do Senhor: Antes que no seio materno fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado e te havia designado profeta das nações.” Jr 1, 4-5

Quando Deus nos criou, Ele nos deu também um plano de amor para a nossa vida. Cada um de nós é um plano de Deus. Se este plano que Deus tem para a sua vida não for realizado por você, ninguém mais vai realizá-lo, porque ele é seu, é único, é intransferível.

Deus nos chama para viver a nossa vida dentro de seu plano de amor. Às vezes, Ele nos pede coisas que vão além das nossas capacidades humanas. O plano de amor de Deus para alguns envolve viver com familiares difíceis ou enfrentar dificuldades na área da saúde, das finanças, dos relacionamentos, mas é através desse plano de amor que Deus vai nos levar à salvação, nossa e das pessoas que nos cercam. Na verdade, de todos nós Deus pede coisas que vão além de nossas forças: amar os inimigos, abençoar os que nos maldizem, perdoar quem nos ofende e muitas outras coisas difíceis de realizar.
Por que o Senhor nos pede coisas que humanamente não podemos realizar?  Jesus disse aos apóstolos: “Se eu não for não virá sobre vós o Espírito Santo.”(cf Jo 16,7) Nossa capacidade para realizar coisas difíceis vem de Deus, vem do Espírito Santo, a Força do Alto que Deus nos envia.
Quando o Senhor pediu a Maria para ser a mãe do Messias, isso parecia impossível e ela disse: “Como isso será possível?” O Anjo respondeu: “Não temas. Isso se fará pelo poder do Espírito Santo.” (cf Lc 1, 35)                   
 O segredo é ter comunhão contínua, constante com o Espírito Santo e tudo o que parece impossível se tornará possível.
São Tomás Aquino nos ensina que para cada novo chamamento de Deus, uma porção nova do Espírito nos é dada. Quando o Espírito Santo gerou Jesus no ventre de Maria, Ele a cobriu com sua sombra e deu a ela uma nova unção para que pudesse cumprir com seu papel de mãe do Salvador. Essa unção veio a Maria porque ela rendeu-se à vontade de Deus: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc1, 38)

Quando de todo coração nós nos rendemos à vontade de Deus, vem a unção para que possamos cumprir com sua vontade.  “Quanto a vós, a unção que dele recebestes permanece em vós. E não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, assim ela é verdadeira e não mentira.” I Jo 2, 27.

Com essa certeza de que o Espírito Santo nos capacita a cumprirmos o plano de Deus para a nossa vida, podemos ir com alegria viver o nosso chamado. Não estamos sozinhos, Deus mesmo nos assiste com a sua graça.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL